Estou tendo sérios problemas com esse blog... não to conseguindo colocar foto nem...nem negrito consegui colocar. Bom, poesia ainda consigo. Não esqueçam, estou contando...contem comigo...
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Te amo em todos os sentidos.
.
adoro teu cheiro...
o jeito como sinto,
porque sinto por inteiro
o cheiro que sou faminto
Raro poder que me toca o gosto,
inteiro por dentro vem uma visão,
que visão que gosto me toca arrepios.
toca fogo, toca raios, troca visão
prega peças de cheiros e audição.
vejo o que não está, quero o que não há.
sinto o que ainda não veio,
então paro reflito e meneio...
toco minha língua volto a sintir...
meus braços arrepiam em a dor sumir.
sumir o sol, o calor, o gosto do sorvete.
o cheiro de mar, de protetor solar.
sumir o tato de antes, o gosto, o desejo...
e tudo de repente aparecer em você.
A orgia sinestésica me eleva a ela.
Não há descrever, só experimentar..
nem mais sentir, só há o vivenciar.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
felizes anos novos.rs.
nossa tentei colocar uma foto aqui deu o maior pau... enfim, estou de volta, e pretendo usar este blog para cumprir a minha meta. tenho 24 poemas-de amor- porque perde um moooooonte porque o computador do meu irmão deu pau. Gostei e desgostei ao mesmo tempo. Voktei e isso que importa. Ah! por favor! Gostem de mim?
cachos eternos...
.
seus braços, suas veias,
meu coração. o Fogo,
que com amor erras e ateias,
corre por mim como todo
.
fulgor que morde e gera
nova vida e corre como um rio
que move um padrão. A quimera,
que muda num padrão em fio
.
agudo, como um rio mudo
que não canta, só se move
só muda, mas me erra em tudo,
suas veias que tudo solve,
.
meu coração.
Cachos eternos que me envolvem...
veias abertas que me percorrem...
abrem, rasgando-me, a vida,
fechando as dores como uma só ferida
.
é a vontade de vida que corre entre nós!
que move uma lida que tira a dor atroz,
de achar novas perdida, abertas por antes.
de moldar a vida nossa, domada com dentes.
cachos eternos...
.
seus braços, suas veias,
meu coração. o Fogo,
que com amor erras e ateias,
corre por mim como todo
.
fulgor que morde e gera
nova vida e corre como um rio
que move um padrão. A quimera,
que muda num padrão em fio
.
agudo, como um rio mudo
que não canta, só se move
só muda, mas me erra em tudo,
suas veias que tudo solve,
.
meu coração.
Cachos eternos que me envolvem...
veias abertas que me percorrem...
abrem, rasgando-me, a vida,
fechando as dores como uma só ferida
.
é a vontade de vida que corre entre nós!
que move uma lida que tira a dor atroz,
de achar novas perdida, abertas por antes.
de moldar a vida nossa, domada com dentes.
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